Garantir maior tranquilidade financeira não significa apenas proteger-se de roubos, incêndios ou outros tipos de acidentes. Fazer um seguro para doenças graves também é muito importante para quem deseja evitar imprevistos.

Afinal de contas, infelizmente ninguém está totalmente livre de receber um diagnóstico como esse. Mas estar mais preparado e seguro nesse momento tão delicado é um grande diferencial, não é mesmo?

Então, confira o post a seguir para entender melhor o assunto e saber mais sobre a importância desse tipo de seguro.

O que são doenças consideradas graves?

Ter qualquer problema de saúde não é agradável, ainda assim certas situações podem ser resolvidas de forma mais simples. Ao contrário, existem algumas doenças mais sérias que são consideradas graves, como por exemplo:

  • câncer;
  • infarto agudo do miocárdio;
  • acidente vascular cerebral (também conhecido como AVC ou derrame);
  • doença de Alzheimer;
  • cirurgia de revascularização miocárdica com implante de pontes vasculares nas artérias coronarianas (bypass);
  • insuficiência renal terminal;
  • transplante de órgãos.

Esse são os principais casos que a contratação de um seguro deve cobrir, oferecendo uma indenização que serve não só para proteger as finanças da pessoa como viabilizar a realização dos procedimentos necessários para o seu tratamento.

Ter essa tranquilidade é especialmente importante em um momento delicado como a descoberta de alguma dessas doenças, até mesmo para ajudar a manter certa estabilidade emocional para vencê-la.

Além do mais, deve-se considerar que os tratamentos médicos nesses casos podem ser muito caros e nem todas as pessoas têm acesso a esses recursos sem contar com algum tipo de ajuda.

Que tipos de coberturas existem nesses casos?

Um seguro de vida pode contemplar tipos diferentes de coberturas como morte, morte por acidente, invalidez permanente ou temporária, doenças graves, entre outras.

Contudo, isso pode depender bastante da corretora e das características de cada contrato. Existem empresas que diferenciam os planos, sendo que alguns contemplam mais tipos de doenças graves do que outros.

Outra diferença está nos tipos de procedimentos cobertos, por exemplo, há casos em que técnicas não cirúrgicas não fazem parte da cobertura.

Um outro detalhe que deve ser analisado é referente à quantidade de diagnósticos por apólice. Normalmente, uma apólice garante o pagamento mediante a comprovação de apenas um diagnóstico de doença grave. Caso o segurado apresente outro problema no futuro, ele deve ter uma outra apólice para receber uma outra indenização.

Já em casos de doenças preexistentes, nada impede que a pessoa contrate um seguro de vida desde que informe à seguradora sobre sua real condição de saúde no momento da contratação. Caso ela aja de má-fé e não seja verdadeira, poderá ficar sem receber a indenização devida para doenças graves.

Por isso, é preciso ter muita atenção e profissionalismo na hora de oferecer e negociar um seguro, de forma que as necessidades de cada cliente sejam atendidas e que todo tipo de mal-entendido seja evitado.

Qual a importância de fazer um seguro para doenças graves?

Em tempos em que a incidência dessas doenças tem aumentado, é de grande importância considerar a cobertura contra doenças graves. Para citar um exemplo, o INCA (Instituto Nacional do Câncer) apresentou uma estimativa de aproximadamente 600 mil novos casos de câncer no país entre 2016-2017.

Portanto, quem deseja garantir maior proteção deve ficar atento a essas questões, procurando uma boa corretora e informando o desejo de obter um seguro de vida com essa característica.

Então, conseguiu entender um pouco mais sobre o seguro para doenças graves? Agora, aproveite para aprender algumas dicas de como escolher a corretora de seguros certa para você!

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